sábado, 17 de julho de 2010

DIA DO ROCK!!!





13 de julho: Dia Mundial do Rock


O Dia Mundial do Rock foi instituído em 1985, quando foi realizado o festival "Live Aid", que arrecadou fundos para as vítimas da fome na Etiópia. Organizado pelo músico Bob Geldof, o festival aconteceu na Inglaterra e nos Estados Unidos.
Entre as atrações do festival estavam: BB King, Phil Collins, Dire Straits, Queen, David Bowie, Black Sabbath e U2.
Além dos fundos arrecadados, o concerto também produziu a música "Do They Know It's Christmas Time at All", que reunia cantores do pop inglês dos anos 80, como Sting, Boy George e Simon LeBon (do Duran Duran).
Em 2005,o festival recebeu o nome de “Live 8” e aconteceu nos países integrantes do G-8 e na África do Sul. O festival pedia para que os países credores perdoassem a dívida dos países africanos afetados pela fome.
Entre os artistas que participaram do festival em 2005 estavam: REM, Paul McCartney, Pink Floyd, Coldplay, Elton John e Bon Jovi.

De Elvis à Arctic Monkeys - começo, meio e sempre
Com mais de 50 anos o rock continua sendo inovador
O dia 13 de julho pode passar batido para milhares de pessoas, mas os apreciadores de rock certamente se lembrarão do famoso e humanitário Festival Live Aid, um evento contra a fome na Etiópia e que aconteceu simultaneamente em Londres e na Filadélfia. Em prol desse movimento, participaram grandes nomes, como Duran Duran, Santana, Bob Dylan, The Who, Queen. E foi por causa dessa ação conjunta de roqueiros, que 13 de julho foi oficializado como o Dia Mundial do Rock.
Hoje, quando assistimos a um festival ou bandas tocando, percebemos que essa exibição é muito influenciada em personagens que se destacaram há gerações, com suas ideologias e maneira de expressar o que sentem.
No início, a juventude - cansada dos rituais impostos pela sociedade -, passou a usar roupa de couro e levantou-se das cadeiras para dançar ao som que um homem branco americano, que cantava, e se mexia sensualmente nos palcos, embalado por um ritmo herdado dos negros - o rhythm’n blues.
O filho do estado de Mississipi, Elvis Presley consolidou o rock’n’roll como um fenômeno de massa e atraiu milhares de pessoas com seu jeito único em cima do palco. Foi em 1955, nos Estados Unidos, quando o cantor invadiu os estúdios da Sun Records, acompanhado de baixo, bateria e guitarra, para gravar, entre outras faixas, a marcante “That’s Alright, Mama”.
Antes mesmo da explosão do rei do rock, nomes como Little Richard, Bill Haley & The Comets com “Rock around the clocks”, Chuck Berry entoando “Johnny B. Good” e “Maybellene”, foram os precursores do gênero rock’n’roll.
O estilo tornou-se popular num momento que a sociedade de consumo vivia a neurose da guerra fria, a TV ditava o estilo de vida e a juventude roqueira, desprovida de armas, mostravam seus ideais com as guitarras e canções, em busca de uma vida melhor.
O gênero ganhou inúmeros adeptos, e cada indivíduo tinha a sua originalidade em relação a maneira de se expressar. Cabelos espetados com gel ou compridos, costeletas, barbas, roupas rasgadas, botas de couro, sandálias, jaquetas e calça de couro, blusa de flanela, bermudão, sobretudo, brincos. São incontáveis as atitudes inventadas para mostrar a atitude roqueira.
Durante a história do rock’n’roll, inúmeros artistas fizeram história. The Beatles, The Animals, Bob Dylan, Led Zeppelin, The Doors, Budy Holly, Sex Pistols, The Who, The Beach Boys, Jimmy Hendrix e tantos outros transpareceram suas rebeldias e deram voz aos anseios do público jovem, transportando emoções e conflitos internos para as platéias.
Olhamos para trás e observamos Elvis Presley revelando ao público o gênero musical, e hoje ouvimos The Strokes, The Hives, The Killers tocando e reciclado o rock com a ajuda das novas ferramentas. Mesmo assim, as bandas atuais nunca fogem da linha sem regra que agrada os roqueiros.
Para fechar, comemore o Dia Mundial do Rock no melhor estilo, ouvindo os seus discos em alto e bom som.

O caminho das pedras
Década por década do rock´n´roll
Com meio século de vida, o rock sempre aparece em constantes modificações tanto na música quanto na maneira de se vestir. Esse ciclo evolutivo mostra como o gênero influência a vida de todos no segmento sonoro. Ele traz conceitos e tendências que podem ser vistos nas roupas de cada época.
Dentro dessa ciranda histórica, veja como aconteceu essa evolução durante os anos, com um passeio que começa na década de 50 e chega até os dias atuais.
Apesar da modernização, a história mostra que continua a mesma atitude, simbolizando o rock’n’roll: Liberdade de expressão!

Rio: ícone do rock nacional
Bandas e grandes festivais aconteceram na cidade maravilhosa

Apesar de caracterizado como berço do samba, o Rio de Janeiro também tem vocação roqueira. Durante a década de 80, verdadeiras lendas foram criadas na cidade e, até hoje são referências na história do rock nacional.
Como acontecia em todo o Brasil, o Rio estava fora do alvo de investimentos das grandes gravadoras e eram raros os lançamentos de bandas nessa época. No início de 1982, no entanto, um projeto de verão tomou conta da praia do Arpoador.
O jeito largadão e despretensioso do local atraía muitos jovens ligados às artes plásticas, cênicas e musicais. Diversas atividades eram realizadas no estabelecimento, que ficou conhecido como Circo Voador, por ser montado com uma lona colorida.
O palco do Circo revelou nomes como Blitz, Paralamas, Lulu Santos, Lobão, Barão Vermelho e Kid Abelha, em um local onde o sócio era nada mais, nada menos que o cantor Tim Maia. A casa tornou-se uma espécie de imã à cena independente carioca.
Assim como o Circo Voador, a rádio Fluminense FM, conhecida como a Maldita, é essencial para a história do rock nacional. Ela nasceu em 1º de março de 1982, e tinha uma programação totalmente voltada ao gênero musical.
A rádio se diferenciava totalmente das outras emissoras, não só pelo fato de tocar apenas rock, mas também por ter uma linguagem radiofônica dedicada ao público admirador de guitarras com mentalidade inovadoras.
Foi na Fluminense FM que apareceu a chamada fita-demo. A rádio abria um espaço bastante importante às bandas novas e, graças a esse projeto, hoje muitos grupos conseguiram se firmar no mercado brasileiro.
Esses sinais apontavam o surgimento de um novo mercado consumidor no Brasil, e os promotores de shows começaram a se aventurar de maneira tímida na América Latina.
A consolidação só viria em 1985, com um projeto do empresário Roberto Medina.
Contrariando as incertezas que ainda pairavam sobre o mercado roqueiro, Medina iniciou a construção de um espaço de 250 mil m² na Barra da Tijuca, que iria abrigar o que ele denominou "o maior festival de rock do mundo". No local, que ficou conhecido como a Cidade do Rock, foi erguido o maior palco do planeta, além de restaurantes e dois shoppings com 50 lojas. Nascia assim o Rock in Rio.
De fato, todos os olhos estavam voltados ao Rio de Janeiro no mês de janeiro de 1985. Indo de encontro as previsões pessimistas, grandes astros internacionais tocaram para uma multidão em pleno verão carioca, durante 10 dias.
Nomes como Queen, AC/DC, Ozzy Osbourne, Iron Maiden, George Benson, James Taylor, Yes, Rod Stewart e B'52s dividiram o palco com artistas brasileiros emergentes, como Barão Vermelho, Kid Abelha & Os Abóboras Selvagens e Paralamas do Sucesso, além de Rita Lee, Ney Matogrosso, Alceu Valença, Elba Ramalho e Gilberto Gil.
Passaram pela Cidade do Rock aproximadamente 1,380 milhão pessoas, o equivalente a cinco vezes o número de pessoas que se aventuraram em Woodstock (1969), considerado um dos principais festivais de rock da história. O mega-evento, enfim, colocou o Brasil de vez na rota dos shows internacionais.
Em 1991, o Maracanã abrigou a segunda edição do Rock in Rio, que contou com uma estrutura maior e obteve grande repercussão. O festival foi transmitido ao vivo para 55 países, num total de 580 milhões de espectadores. 700 mil pessoas marcaram presença nos nove dias de festival. No line-up, A-HA, George Michael, Guns N' Roses, INXS, Santana, Faith No More e Prince fizeram apresentações ao lado de brasileiros como Lobão, Capital Inicial, Gal Costa, Ed Motta e Titãs.
A partir daí, o Rio tornou-se destino obrigatório dos grandes shows. Por lá passaram Madonna (1993), Rolling Stones (1995) e U2 (1998). Quem também esteve em terras cariocas foi o ex-Beatle Paul McCartney. Em sua primeira aparição na América Latina, no ano de 1990, ele lotou o estádio do Maracanã.
Em 2001 e com o slogan "Por um mundo melhor", Medina ressuscitou o Rock in Rio e o grande palco foi novamente erguido na Cidade do Rock. O evento durou sete dias e levou 1,235 milhão de pessoas para assistir aos shows de Iron Maiden, Guns N' Roses, Red Hot Chili Peppers, R.E.M., Silverchair, Sheryl Crow, Oasis, Beck, Foo Fighters, James Taylor, Neil Young, Barão Vermelho, Sepultura, Cássia Eller e Ultraje a Rigor.

As Mutações do Rock e sua Época
Dos anos 50 até hoje, o gênero musical mais popular do mundo passou e ainda passa por muitas transformações e misturas, originando dessas experimentações outras sonoridades e novos estilos.
Para o Especial do Dia Mundial do Rock, tivemos a missão de contar um pouco da história e curiosidades de alguns estilos que marcaram época: Rockabilly, Clássico, Folk, Progressivo, Punk, New Wave, Hard Rock, Metal, Glam Rock, Gótico, Hardcore, Indie, Grunge, New Metal, Emo, New Rave.


fonte: yahoo;
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http://www.obaoba.com.br/especial/Dia-do-Rock/